AD Içara - EBD: Lição 3: A sutileza da imoralidade sexual - 3º trimestre 2022 Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Içara/SC 

EBD: Lição 3: A sutileza da imoralidade sexual - 3º trimestre 2022

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INTRODUÇÃO

Nesta lição abordaremos questões relacionadas à sexualidade. Destacaremos que a revolução sexual provocou grandes mudanças na forma como a sexualidade era vista e praticada no Ocidente. Práticas antes vistas como pecaminosas e, até mesmo criminosas, passaram a ser tratadas com naturalidade e normalidade. Por exemplo, o sexo antes do casamento e entre pessoas solteiras, que era visto como fornicação, passou a ser uma prática cada vez mais aceita e tolerada. Da mesma forma, o adultério, que já foi tratado como crime, também passou a ser visto com naturalidade, bem como a normalização da homossexualidade.

 

I. A REVOLUÇÃO SEXUAL

1. Um novo paradigma para a sexualidade. O paradigma judaico-cristão moldou a cultura ocidental durante séculos. Dentro desse modelo cultural, os valores morais prevalecentes eram aqueles extraídos da Bíblia ou inferidos a partir dela.

Nesse aspecto, a sexualidade humana era vista como algo sagrado e que, portanto, deveria ser exercida dentro dos parâmetros estabelecidos por esse modelo. Dessa forma, as relações sexuais deveriam ser heterossexuais e monogâmicas, não sendo consideradas normais ou aceitas nenhuma outra forma de expressão sexual (Gn 1.27). Havia, portanto, uma visão conservadora sobre a forma como a sexualidade deveria se expressar.

2. A quebra de um “tabu”. A partir dos anos de 1960, o Ocidente passa por grandes mudanças sociais. Os movimentos de contestação, principalmente da moral cristã, ganham cada vez mais visibilidade. Com a chegada da TV, a contracultura chega com muito mais força e de uma forma muito mais presente nos lares. Os historiadores observam, por exemplo, que a contracepção e a nudez em público, e outras formas alternativas de sexualidade, bem como a legalização do aborto, foram fenômenos que começaram a ganhar força nas sociedades ocidentais a partir dessa época. Dessa forma, a sexualidade, conforme defendida pelo Cristianismo, passou a ser considerada um tabu a ser quebrado. A partir dos anos 1980 cresce a indústria pornográfica, e a relação sexual antes do casamento torna-se uma prática cada vez mais aceita. Sentindo a pressão social e cultural, muitos dentre os evangélicos passam a fazer concessões a essa nova moralidade. A relação sexual entre pessoas solteiras, o relacionamento extraconjugal e a homossexualidade passam a ser vistos com mais naturalidade.

 

II. AS PRINCIPAIS DISTORÇÕES DA SEXUALIDADE SADIA

1. A prática da fornicação. No contexto evangélico, o termo fornicação passou a ser entendido como a prática não aceita e reprovável do sexo antes do casamento realizada por pessoas solteiras. Contudo, o termo grego usado no Novo Testamento porneia, que dá origem às palavras já cunhadas na língua portuguesa como pornô, pornografia etc., possui um sentido muito mais amplo. Significa qualquer tipo de ato sexual considerado pecaminoso, incluindo adultério, prostituição, impureza e fornicação. Na verdade, porneia classifica as palavras prostituição e fornicação como sinônimas. Em 1 Coríntios 6.18, Paulo usa o termo com os sentidos de “fornicação” e “prostituição”, considerando como prática pecaminosa e extremamente maléfica para a vida cristã.

2. Adultério: Não é crime, mas é pecado. O adultério já foi considerado crime pela legislação brasileira até a revogação da lei que o regulamentava. Hoje não é considerado mais um crime, contudo, à luz da Bíblia não deixou de ser um pecado. A Bíblia Sagrada reprova veementemente a prática do adultério. Quando o rei Davi adulterou com Bate-seba, o profeta Natã, a mando de Deus, condenou de forma dura seu ato pecaminoso (2Sm 11.1-5; 12.9,10). Na literatura sapiencial, especialmente os Provérbios, sobejam as advertências contra essa prática (Pv 5.1-23). Jesus e seus apóstolos condenaram o adultério (Mt 5.31,32; 1Co 6.9).

3. Homossexualidade: Uma contradição da ordem natural. Os cristãos que têm na Bíblia sua única regra de fé compreendem a homossexualidade como um comportamento adquirido, e não como um determinismo biológico. Não há nenhum dado científico confiável que diga que a homossexualidade seja genética. Em outras palavras, não há como dizer que alguém nasce homossexual. A homossexualidade é um comportamento adquirido e vários fatores fazem parte desse processo. Por exemplo, o caso dos gêmeos idênticos comprova isso. A realidade tem mostrado, e as pesquisas confirmam, que há gêmeos em que um é homossexual e o outro não. Se a homossexualidade fosse genética isso jamais aconteceria. Em outras palavras, os gêmeos seriam homossexuais, pois possuem a mesma constituição genética.

Assim, os cristãos conservadores, que amam a Palavra de Deus e o Corpo de Cristo, entendem que a reprovação da prática homossexual se dá por conta de esta ser contrária a ordem natural da criação, conforme registrada na Bíblia e não um fruto de preconceito (Gn 1-2; Rm 1.26; 1Co 6.9,10; 1Tm 1.10).

 

III. O PADRÃO BÍBLICO PARA UMA SEXUALIDADE SADIA

1. O sexo atende uma necessidade da criação. Uma das principais razões da prática sexual está associada à procriação. Deus disse para o primeiro casal se multiplicar e encher a terra (Gn 1.28). Sem a procriação, não haveria a perpetuação da espécie humana. O sexo, portanto, atende a uma necessidade premente da criação.

2. O sexo como complementação e satisfação. Além da procriação, o sexo deve atender à necessidade de complementação e satisfação. A Bíblia não condena a prática sexual quando ela é experienciada dentro dos limites que o Criador estipulou: o casamento (Mt 19.5). A maneira que o Criador deixou para guardar o casal contra suas mais diferentes formas de impureza, como a fornicação, o adultério e a homossexualidade, foi o sexo praticado dentro da esfera do casamento monogâmico e heterossexual. Contudo, convém dizer que o sexo no casamento não deve ser visto como um fardo, mas como um espaço no qual um se complementa no outro. Também não deve ser visto apenas como um dever ou obrigação a ser praticado de forma mecânica e sem amor. Deve ser feito com amor, de forma que o casal se sinta satisfeito e realizado (Pv 5.18,19).

3. O pastoreio cristão e a prática homossexual. Mesmo reprovando o comportamento homossexual, por ser incompatível com os valores cristãos, a igreja não deve, de forma alguma, deixar de enxergar a pessoa do homossexual como alguém que foi feito a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26), e que, portanto, também por Ele é amado (Jo 3.16). Mesmo que tenha sido desbotada pelo pecado, contudo, nenhum homem ou mulher deixou de ser a imagem de Deus e como tal devem ser vistos e respeitados como pessoas. A igreja, portanto, não deve rejeitar o homossexual como não deve rejeitar as demais pessoas que agem de forma contrária aos valores cristãos. Todavia, por acreditar que a homossexualidade deve ser vista como comportamento adquirido e que, como prática se afasta daquilo que preceitua a Bíblia sobre a correta expressão da sexualidade, ensina e ordena o abandono e a abstinência da prática por parte daqueles que se converteram à fé cristã. A igreja crê e defende que qualquer forma de expressão sexual fora do casamento ou praticada por pessoas do mesmo sexo é mostrada nas Escrituras como pecaminosa. Por outro lado, acredita que o Evangelho é poderoso para transformar todo o que crê em Jesus como Salvador e isso inclui os homossexuais.

 

CONCLUSÃO

Nesta lição aprendemos sobre três dos principais desvios do modelo de sexualidade bíblica — a fornicação, o adultério e a homossexualidade. Essas três práticas pecaminosas têm ganhado cada vez mais espaço na sociedade nas últimas décadas. Muitos crentes têm negligenciado o ensino bíblico e também se rendido a essas sutilezas pecaminosas. Qualquer prática sexual fora do modelo bíblico traz consequências morais e espirituais. Deus quer que vivamos o sexo no padrão por Ele estabelecido, o que de fato vai nos fazer realizados e plenificados.

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