AD Içara - EBD: Lição 12: A bondade de Deus em nos atender - 2º trimestre 2022 Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Içara/SC 

EBD: Lição 12: A bondade de Deus em nos atender - 2º trimestre 2022

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INTRODUÇÃO

Nesta lição, aprenderemos que Deus é bom e que Ele ouve as nossas petições, suprindo todas as nossas necessidades: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Mt 7.7). Veremos também que aqueles que entraram pela porta estreita conseguem viver segundo os preceitos de Deus propostos por Cristo no Sermão do Monte. O Senhor é bom e aqueles que têm uma vida de comunhão com Ele e procuram viver cheios do Espírito Santo (Ef 5.18), examinando a Palavra, não serão jamais enganados pelos falsos profetas (Mt 7.15).


I. A BONDADE DE DEUS

1- Definição de bondade. A palavra “bondade” é definida como qualidade ou caráter de bom; boa índole, benevolência, brandura e boa ação. Filosoficamente, a bondade é descrita como sendo o princípio mais elevado da moral. Na visão grega, a benignidade era vista como o mais sublime atributo. Assim, a bondade no aspecto filosófico é vista como um valor que é atribuído à ação de uma pessoa.

A bondade é um dos atributos de Deus, mas não do homem. O apóstolo Paulo declarou: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem” (Rm 7.18).

Ao pecar, o homem se tornou um ser desprovido da justiça original e sem estima para as coisas santas relacionadas a Deus, passando a ter a tendência para o mal e para as práticas imorais, daí a razão da ênfase de Jesus para o Novo Nascimento (Jo 3.3). Somente entrando pela porta estreita e pelo caminho apertado (Mt 7.14), poderemos desfrutar da graça divina e ter a nossa natureza transformada para, de fato, fazermos o que é bom.

2- A bondade de Deus no aspecto bíblico. Nas Escrituras Sagradas, a bondade é definida como a qualidade do que é bom (Êx 33.19). Deus é bom por natureza, por isso João disse que Ele é amor (1Jo 4.8) e fonte de toda a benignidade, de modo que podemos expressar que o real e verdadeiro bem é transcendente e está em Deus (Sl 34.8). O texto de Mateus 19.16-26 mostra a pergunta do jovem rico a respeito da vida eterna: “Bom Mestre, que bem farei, para conseguir a vida eterna?”. Então Jesus pergunta: “Por que me chamas bom?”. Segundo a Bíblia de Aplicação Pessoal, Jesus deixa claro ao jovem “que a salvação não vem por meio de boas obras, se estas não forem acompanhadas pela fé e pelo amor a Deus”. A fé e o amor são implantados em nossos corações mediante a ação do Espírito Santo.

3- A bondade de Deus no aspecto teológico. Teologicamente o termo bondade é amplo e envolve santidade, retidão, verdade, amor, benevolência, graça e misericórdia. Logo, fica evidente que apenas o Deus da Bíblia é verdadeiramente bom. Podemos ver a bondade dEle no seu amor para conosco (Jo 3.16). Amor que revela a perfeição divina. Também podemos ver a benignidade do Senhor no seu cuidado para conosco, atendendo às nossas necessidades (Sl 23.1; Mt 7.11). O Senhor é bom e a sua graça é dispensada até para os que não merecem nada.

Mesmo sendo imperfeitos, jamais daríamos aos nossos filhos uma pedra por pão ou uma serpente por peixe. Então, o que o Deus bondoso não fará em nosso favor se pedirmos tudo em oração, segundo a sua perfeita vontade?

 

II. HÁ DOIS CAMINHOS PARA ESCOLHER

1- A porta e o caminho no aspecto bíblico. Ao apresentar as figuras da porta e do caminho no Sermão do Monte, Cristo estava dando ênfase à ação de se iniciar algo novo, uma nova comunhão. A porta fala de acesso a uma nova e viva experiência com Jesus (Jo 10.9); e o caminho é a nova conduta adotada por aqueles que abandonaram a trilha do pecado, e agora seguem o melhor e único caminho (Jo 14.6). É importante atentar para os costumes da época em que Cristo fez menção à porta e ao caminho. É bem possível que, ao mencionar estes termos, Ele estivesse pensando na cidade de Jerusalém, pois as cidades, em sua maioria, eram muradas e tinham algumas portas largas e outras estreitas. No período noturno as portas grandes eram fechadas, permitindo apenas que ficassem abertas as portas estreitas. Essa portinhola era chamada de fundo de agulha e quem desejasse passar por ela teria de fazer muito sacrifício. Às vezes, a passagem de um camelo com mercadoria por meio dela era impossível, sendo necessária a retirada da bagagem, e, ainda assim, a pessoa teria que passar ajoelhada. Foi nessa condição que Jesus afirmou que “estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mt 7.14).

2- O que as duas portas e os dois caminhos ilustram para nós? A porta estreita é a que conduz à vida eterna (Jo 10.7-9). Jesus estava mostrando que há um único Caminho que pode conduzir o pecador à vida eterna com Deus. Os atos religiosos e as boas obras não podem levar o homem ao céu; somente a fé em Jesus Cristo poderá conduzi-lo à vida eterna com Deus.

Certa vez, Jesus declarou: “Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão” (Lc 13.24). O verbo porfiar no grego significa “esforçar-se com zelo extremo, empenhar-se em obter algo”; isso fala do desejo daqueles que querem andar no caminho estreito, que anelam ter um novo caráter e a vida eterna com Deus.

3- A escolha entre os dois caminhos. Neste mundo só há dois caminhos a serem percorridos: o da vida e o da morte, como bem falou o profeta Jeremias (Jr 21.8). Infelizmente, a escolha de muitos é pelo caminho amplo, pois nele não há restrições, tudo é permitido. Contudo, muitos homens e mulheres escolheram trilhar o caminho estreito, onde todas as coisas são lícitas, mas nem tudo convêm (1Co 10.23).

Pela porta larga é possível passar as obras da carne (Gl 5.19-21): prostituição, impureza, inimizades, porfias, pelejas e todo tipo de pecado. Contudo, o destino da porta larga e do caminho espaçoso é a eternidade sem Deus. Porém, os que escolhem o caminho apertado, um dia vão morar no céu e serão como a luz da aurora e como luzeiros no firmamento (Pv 4.18).


III. A MENTIRA DOS FALSOS PROFETAS

1- Cuidado com as falsas aparências. Na advertência de Cristo contra os falsos profetas, o Mestre alerta a respeito da importância de estarmos sempre vigilantes, pois, além de perigosos e de seduzirem outros ao erro, os falsos profetas são lobos disfarçados de ovelhas. Sabemos que o lobo é o predador das ovelhas e que elas têm pouca capacidade para fazer sua defesa.

Jesus fez menção aos falsos profetas logo depois do ensino a respeito dos dois caminhos, pois estes, com suas mentiras, acabam levando as pessoas para o caminho espaçoso que conduz à perdição.

O crente precisa ter todo o cuidado e estar constantemente em oração, buscando discernimento espiritual para não ser iludido pela boa oratória e as palavras bonitas dos que se dizem profetas, mas não são. Os falsos profetas podem até parecer dóceis, mansos, se vestirem como ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes (At 20.29). Esses demonstram ter piedade, fazem longas orações, profetizam, mas é tudo aparência (2Tm 3.5).

2- Como detectar os falsos profetas? De acordo com a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, “podemos facilmente identificá-los, porque, em seus ensinamentos, minimizam a Cristo e glorificam a si mesmos”. Também podemos identificá-los por seus frutos (Mt 7.16). A árvore pode estar frondosa, com muitas folhas e oferecendo uma boa sombra, mas se ela não der bom fruto, será cortada (Mt 7.19). A imagem do fruto, usada por Cristo, se refere ao caráter e à conduta do profeta. Ainda podemos acrescentar mais um elemento significativo para detectar o falso profeta: o seu ensino. Se ele ensinar “alguma outra doutrina e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Tm 6.3), é soberbo, nada sabe e não deve ser reconhecido como profeta do Senhor.

3- Uma análise criteriosa. Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento vamos encontrar muitos falsos profetas que se levantaram para tentar enganar os servos de Deus. Em geral, eles profetizavam somente aquilo que as pessoas desejavam ouvir e não se cansavam de dizer que foi o Senhor que disse. Ao ensinar a respeito do futuro, Jesus afirmou que “surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos” (Mt 24.11). Por isso, precisamos vigiar para não ser enganados.

 

CONCLUSÃO

A Bíblia revela que Deus é bom e que Ele partilha da sua benignidade com suas criaturas, cuidando delas, quer sejam boas, quer sejam más (Mt 5.45). Ele não somente providencia as coisas materiais para nós, mas, em especial a nossa salvação. A salvação é resultado da graça e do amor do Pai (Jo 3.16).

Estejamos sempre em alerta, pois existem aqueles que querem macular e adulterar os ensinos de nosso Salvador Jesus Cristo.

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