AD Içara - EBD: Lição 10: Nossa segurança vem de Deus - 2º trimestre 2022 Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Içara/SC 

EBD: Lição 10: Nossa segurança vem de Deus - 2º trimestre 2022

https://www.adicara.com.br/adm/artigos/imagens/1654275724629a3e8cc5096.jpg

INTRODUÇÃO

Na lição deste domingo, veremos que jamais devemos colocar a nossa esperança nos bens materiais, mas sim em Deus (1 Tm 6.17). No Sermão do Monte, Jesus ensinou a respeito do dinheiro, de juntarmos tesouros neste mundo, e sobre ansiedade. Tal ensinamento não significa que não podemos ter bens materiais, mas mostra que devemos ter cuidado com a avareza, pois o amor do dinheiro é a raiz de todos os males (1 Tm 6.10). Precisamos ser vigilantes, pois o apego aos bens terrenos nos escraviza tornando-nos dependente das coisas materiais e não mais do Senhor, que provê as nossas necessidades.

 

I – RIQUEZA DO CÉU E RIQUEZA DA TERRA

    1- Uma conciliação impossível. Já experimentamos o Novo Nascimento, somos novas criaturas e não devemos, novamente, ser dominados pela concupiscência dos nossos olhos nem pela soberba deste mundo (1 Jo 2.16). Uma das tentações de Satanás, quando o Senhor Jesus passou pelo processo de tentação (Mt 4.1-11), foi o oferecimento dos reinos deste mundo (Mt 4.9). Jesus rejeitou tal proposta de imediato, pois seu coração não estava nas coisas deste mundo e Ele sabia a quem devia a adoração verdadeira. O crente precisa estar consciente de que não é possível agradar a Deus e aos homens, servir a Deus e a Mamom (palavra aramaica que designa dinheiro e cobiça). Se nossos corações não estiverem purificados pelo sangue do Cordeiro, andaremos em direção oposta a Deus e passaremos a servir ao dinheiro.

    2- Tesouros da terra, e tesouros do céu. Jesus não aprovou a posição dos escribas e fariseus em relação ao dinheiro. Eles davam muita ênfase aos bens materiais e viam as riquezas como uma amostra da aprovação divina. Jesus confrontou tal pensamento fazendo uma distinção clara entre os tesouros do céu e os da terra. O Mestre mostrou que os bens materiais não são um sinal de que Deus está aprovando nossas atitudes e conduta. Eles são transitórios e podem ser destruídos pela traça, pela ferrugem e levados por ladrões. Muitos, infelizmente, já perderam todas as suas economias devido a uma quebra na bolsa de valores, um sócio desonesto ou por meio de golpes. Segundo Jesus, o crente deve ajuntar tesouros no céu “onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam ” (v. 20). Jesus estava dizendo que os nossos esforços devem ser em prol do Reino de Deus e da sua justiça, pois ninguém levará nada deste mundo, com o afirmou o patriarca Jó: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá (Jó 1.21).

    3- O que o cristão precisa saber sobre os bens materiais? Jesus não estava condenando adquirir bens materiais, pois muitos homens de Deus possuíam riqueza, como por exemplo: Abraão (Gn 14.18-2024.1), Isaque (Gn 26.12,13), Jacó (Gn 30.43 ) e Salomão (2 Cr 1.12). É importante também destacar que Jesus ensinou ao povo a não desperdiçar nada, pois depois da multiplicação dos pães e peixes, Ele ordenou: “Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca” (Mt 6.12). O crente que conhece as Sagradas Escrituras sabe que tudo que temos pertence a Deus e que toda bênção vem dEle. Como criou todas a s coisas, Ele é o proprietário e possuidor de tudo, e o homem não é dono de nada. Em relação aos bens materiais, o cristão não pode ser avarento ou acumulador egoísta. Precisamos ser como os crentes do primeiro século, cujo coração e a alma eram um e todas as coisas lhes eram comuns (At 4.32).

 

II – A IDOLATRIA AO DINHEIRO

1- O coração no lugar certo. Nossos corações não podem estar apegados às coisas deste mundo. Nossa esperança e confiança devem estar em Jesus. Em breve Cristo voltará para arrebatar a sua Igreja e não levaremos nada deste mundo, porém, as nossas obras serão provadas pelo fogo (1 Co 3.15). Teremos de prestar contas, com o um mordomo, de tudo que fizemos com nossos bens e talentos, segundo a parábola do mordomo infiel (Lc 16.1-13). Segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, “a injustiça, a cobiça e o poder estão comumente envolvidos na acumulação e emprego das riquezas deste mundo.”

    2- Idolatrando a Mamom. Cristo nos chama para uma tomada de decisão: Ajuntar tesouro na terra ou nos céus? Servir a Deus ou a Mamom? Lembre-se de que a dedicação a um destes vai gerar a exclusão do outro, pois não há qualquer possibilidade de harmonizá-los; nosso coração não pode estar dividido entre o que é terreno e o que é espiritual. Deus deseja lealdade do seu povo. No momento em que o crentes escolhe o dinheiro, o conforto e bens que Mamom pode oferecer, certamente sua espiritualidade e comunhão com o Senhor estarão comprometidas. Quem conhece a Deus de modo pessoal jamais fará a escolha errada, pois sabe que Ele abomina a idolatria: “ Não terás outros deuses diante de mim ” (Êx 20.3). Idolatria é tudo que ocupa o lugar de Deus em nossos corações.

     3- A riqueza condenada por Cristo. Na parábola do rico insensato (Lc 12.13- 21), Jesus aponta três erros cometidos pelo homem: o primeiro erro está no fato de que ele achava que tudo o que sua alma precisava era de bens materiais; em segundo lugar, entendia que a essência da vida consistia nos bens materiais, de modo que isso gerava em seu coração um sentimento de prepotência; e o terceiro erro era acreditar que poderia viver tempo suficiente para desfrutar de tudo, se esquecendo que logo seria intimado para comparecer perante Deus. Jesus condena tanto o egoísmo advindo das riquezas quanto também a confiança nela, mas infelizmente vivemos em um a sociedade dominada pelo materialismo, onde muitos só pensam em lucros e benefícios materiais.

 

III- VIVENDO A QUIETUDE ESPIRITUAL EM DEUS

    1- Os males advindos das preocupações. Devemos estar sempre alerta, pois não é somente Mamom que pode nos levar à queda, mas as preocupações demasiadas com o futuro e com a nossa subsistência podem comprometer nossa vida espiritual e a nossa saúde mental. A preocupação demasiada com o futuro revela falta de confiança em Deus. Mesmo em tempos difíceis, não podemos viver preocupados e ansiosos, pois temos um Deus que tem cuidado de nós, suprindo as nossas necessidades (SI 23.1). Ele já nos concedeu a salvação e proverá tudo de que precisamos. Não podemos viver como Marta, que poderia estar aos pés de Jesus, mas optou andar distraída em muitos serviços (Lc 10.38-41). Quando não temos equilíbrio, a preocupação e o serviço em excesso roubam a nossa comunhão com Deus. Precisamos trabalhar e servir ao Senhor, mas jamais podemos nos esquecer de que a nossa tarefa mais importante é a nossa devoção e adoração a Ele.

     2- Vivendo sem inquietação. O materialismo afastou o homem de sua quietude, da simplicidade, do contato com a natureza, da qual poderia extrair grandes e preciosas lições para sua vida. Para mostrar que não devemos estar inquietos, Jesus usa como referência as aves: elas não semeiam, não colhem e nem ajuntam em celeiro, mas o Pai celestial as sustenta. Só podemos viver sem inquietação quando tomamos consciência de que somos filhos de Deus e que seu cuidado é especial para conosco. Os que vivem com maus pressentimentos, em aflição, angústia, preocupando-se indevidamente pelo que vai acontecer no dia seguinte, estão ignorando as promessas divinas. Que venham a lançar toda nossa ansiedade sobre Deus, pois Ele é quem cuida de nós (Fp 4.6,71 Pe 5.7).

    3- Vivendo sossegados em Deus. Não viva inquieto, preocupado, em aflição, gastando suas energias naquilo que pode prejudicar sua saúde. Devemos viver sossegados e quietos confiando no Todo-Poderoso, pois não podemos modificar ou acrescentar nada com as nossas preocupações. Jesus nos ensina que Deus cuida das aves e dos lírios do campo, de modo que nem mesmo o Salomão, com toda a sua riqueza, se vestiu como qualquer um deles. As lindas flores são transitórias, efêmeras, logo se tornam inexistentes, mas se o cuidado divino está direcionado para essas pequenas coisas, não cuidará Ele dos seus filhos? Para viver a quietude, o crente precisa buscar o Reino de Deus e sua Justiça (Mt 6.33). Neste tempo marcado pelo imediatismo e ansiedade, precisamos valorizar mais a quietude, a calma que vem de Deus. Nele, encontramos descanso!

 

CONCLUSÃO

Os filhos de Deus devem estar conscientes de que “ toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai” (Tg 1.17). Somos abençoados pelo Senhor com os nossos bens, mas os nossos corações não estão nas riquezas deste mundo. Não amemos o dinheiro e usem os todos os nossos recursos para a expansão do Reino de Deus.

Todos por uma vida mais missional

Assembleia de Deus em Içara

Primeira visita Nossa missão Nosso pastor

Contribua com a Ad Içara

Clique Aqui

Sobre Nós

Somos a Igreja Evangélica Assembleia de Deus da cidade de Içara.

Nossa missão é levar o evangelho de Salvação, cumprindo o Ide de Cristo.

contato@adicara.com.br  |  (48) 3432.4991  |  Whats'app
Templo Sede: Rua Coronel Marcos Rovaris, 1319 - Centro - Içara - Santa Catarina

Se Inscreva

Cadastre seu e-mail e receba as novidades de nossa igreja:

Quer conversar?

Nós estamos muito interessados no que você tem a dizer, criamos este espaço especialmente para você fazer seus comentários ou sugestões.