AD Içara - EBD: Lição 13: A Gloriosa Esperança do apóstolo - 4º trimestre 2021 Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Içara/SC 

EBD: Lição 13: A Gloriosa Esperança do apóstolo - 4º trimestre 2021

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INTRODUÇÃO

A última lição deste trimestre nos mostra que não podemos perder a esperança do céu em meio ao sofrimento e tribulações nesta Terra. Essa esperança é a fonte da força dos fiéis que se apegam no que Deus realizou em Cristo Jesus. E a garantia dessa esperança é o fato de que o Espírito Santo nos fortalece, renova e confirma a herança eterna do nosso Deus. Que a esperança do apóstolo Paulo seja a nossa também.

 

I. A CONSCIÊNCIA DE PAULO DIANTE DA MORTE

1. Uma morte como oferta de sacrifício (2Tm 4.6). O Espírito Santo que guiava o apóstolo Paulo em tudo o fez sentir que “o tempo da sua partida estava próximo”. Nesse sentido, o apóstolo via o seu martírio iminente como uma oferta apresentada sobre o altar do sacrifício. Essa consciência clara de que haveria de padecer pelo nome de Jesus, não o permitia ter medo, ou frustração diante da morte. É preciso ter a consciência de que se não encontrarmos o Senhor por meio do Arrebatamento da Igreja, o encontraremos por meio da morte. Por intermédio do Espírito Santo, nos prepararemos para esse tempo em esperança (1Ts 5.13-18).

2. “Combati o bom combate” (2Tm 4.7). Agora o apóstolo faz uma análise de sua trajetória. Ele combateu o bom combate. Desde quando Paulo teve o encontro com Cristo, indo para Damasco até o momento próximo de sua morte, muitas experiências ocorreram em sua vida. É notória a total entrega do apóstolo: muitas perseguições, provações, injustiças, plantações e confirmações de igrejas. De fato, o apóstolo entregou a sua vida integralmente à causa do Evangelho. Ele combateu o bom combate. Que combate estamos combatendo? Essa causa é a nobre causa do Evangelho? Que o autoexame de Paulo seja exemplo para nos autoexaminarmos também.

3. Gratidão e esperança (2Tm 4.7,8). Além de combater o bom combate, o apóstolo “acabou a carreira” e “guardou a fé”. Mais importante do que começar, é, a forma como terminaremos a carreira. O apóstolo tinha a consciência da carreira que percorreu e da fé que guardou. Durante os anos de ministério, sua fé permaneceu pujante e robusta, o que lhe permitiu olhar para a sua circunstância com atitude serena. Embora não pudesse evitar a morte física, sabia que estar com o Senhor era a coroação da sua trajetória: “temos confiança e desejamos, antes, deixar este corpo, para habitar com o Senhor” (2Co 5.8) e “partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (Fp 1.23). O apóstolo nos ensina que é preciso olhar para o futuro com a certeza do nosso galardão, e enxergar, pela fé, que o nosso trabalho não é vão no Senhor (1Co 15.58), pois há uma coroa de justiça guardada para cada crente em Jesus (2Tm 4.8). Estamos nas mãos do Justo Juiz.

 

II. A DOUTRINA BÍBLICA DE PAULO SOBRE A VOLTA DO SENHOR

1. A volta do Senhor em 1 Tessalonicenses. O capítulo 5 de 1 Tessalonicenses inicia com uma conjunção “mas” para retomar a ideia lógica do capítulo 4 em que Paulo fala sobre a ressurreição dos mortos em Cristo na mesma ocasião em que ocorrerá o arrebatamento dos vivos em Cristo. Assim, o capítulo 5 é a continuidade acerca do assunto da parousia, ou seja, a volta do nosso Senhor, iniciado no capítulo 4.

2. As duas fases dessa vinda. A volta de Cristo se dará em duas fases. A primeira, apenas para os salvos, em que nosso Senhor virá nas nuvens para se encontrar com a sua Noiva, a Igreja (1Ts 4.15,16). O apóstolo nos mostra que nessa ocasião, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os vivos serão arrebatados para estarem com o Senhor nos ares. Essa fase é invisível para o mundo, nenhum olho verá, somente os dos salvos. Entretanto, na segunda fase da vinda do Senhor “todo o olho verá” (Ap 1.7). Será uma chegada em que nosso Senhor descerá em glória e, literalmente, será visto pelo mundo todo e, especialmente, pelos judeus (Zc 14.2,3). Nessa ocasião, Jesus Cristo livrará pessoalmente a nação de Israel dos exércitos confederados pelo Anticristo, desfazendo-os com o seu poder, e vencendo o Anticristo, o Falso Profeta e o Diabo para implantar o reino do Milênio (Ap 19.11-16).

3. Sobre a Grande Tributação. Não passaremos pelo período do juízo divino, denominado de a Grande Tributação. A Igreja de nosso Senhor será retirada antes do período de derramamento do santo juízo. Quando o Anticristo instalar o seu governo mundial, não estaremos mais aqui. Ao final desse período, juntos de Cristo, contemplaremos a destruição do Anticristo e do Falso Profeta no Lago de Fogo (Ap 19.20). Esse ensinamento mostra aos tessalonicenses, bem como a igreja atual, que vale a pena confiar e esperar a volta do Senhor.

 

III. DOS TEMPOS E DAS ESTAÇÕES ATÉ A VOLTA DO SENHOR

1. Uma atenção à expressão “dos tempos e das estações”. Os termos “tempos e estações” também foram usados pelo Senhor Jesus em seu último discurso aos seus discípulos, logo depois de sua ressurreição: “Não vos pertence saber os tempos e as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (At 1.7 — Grifos nosso). Tanto os termos em 1 Tessalonicenses quanto em Atos dos Apóstolos trazem a noção da iminência da volta do Senhor. Por isso, devemos viver em vigilância em todo tempo, não procurando adivinhar datas ou períodos, pois não sabemos o dia nem a hora que o nosso Senhor há de voltar.

2. Uma dimensão do Espírito; uma dimensão do porvir. Entretanto, as Escrituras Sagradas mostram que o derramamento do Espírito Santo em Pentecoste anuncia os últimos dias (At 1.5; cf. Jl 2.30). Ora, o Espírito na vida da Igreja é um anúncio de que brevemente o Senhor Jesus voltará. Não por acaso, em Atos 1.11 há esta gloriosa promessa: “Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido no céu, há de vir assim como para o céu o viste ir”.

3. Espírito e Porvir: temas da nossa pregação. Como pentecostais clássicos, a promessa do Batismo no Espírito Santo com evidência de falar em línguas deve estar em nossos lábios. Preguemos sobre isso, estimulemos a igreja a buscar essa promessa. Todavia, a promessa da bendita esperança deve estar em nossa proclamação. Não deixemos de dizer: Jesus em breve voltará. A Igreja de Cristo nasceu no fogo e debaixo da promessa de sua volta (At 1.8,11).

 

CONCLUSÃO

A bendita esperança de Paulo deve ser a nossa. Ao longo do ministério do apóstolo, somos estimulados a viver no Espírito e, ao mesmo tempo, em vigilância, preparando-nos para o encontro com o nosso Senhor. Que vivamos no Espírito, aguardando a bendita esperança. O Senhor Jesus pode voltar a qualquer momento para arrebatar a sua Noiva. Andemos, pois, no Espírito.

 

Fonte: estudantes da bíblia 

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